Vivendo com a Doença de Gaucher tipo 1

Narrativas do adoecimento com uma doença rara, crônica e “invisível”

Autores

DOI:

https://doi.org/10.29327/269776.2.2-3

Palavras-chave:

narração, doenças raras, pesquisa qualitativa, Doença de Gaucher

Resumo

O objetivo deste artigo é o de tentar evidenciar as diferentes formas de viver e de compreender a Doença de Gaucher tipo 1, uma doença rara, crônica, e, muitas vezes, “invisível”, revelando as singularidades destas experiências através das narrativas elaboradas pelos adoecidos. A pesquisa que o originou foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, guiadas por um roteiro norteador, que produziram as narrativas aqui expostas. Os entrevistados foram contatados de modo intencional, por meio da técnica da ‘bola de neve’ (snowball). Das entrevistas obtidas, três foram escolhidas como estudos de caso. Os principais temas que emergiram destas narrativas foram: a importância do diagnóstico; as particularidades da rotina imposta pelo tratamento de reposição enzimática; e as singularidades no manejo das informações relativas às Doença de Gaucher tipo 1 e à atuação do tratamento no organismo. Estas narrativas demonstraram que os adoecidos são portadores de um tipo específico de conhecimento, que, por estar atrelado a interesses práticos, pode ampliar os interesses da comunidade científica sobre este adoecimento e melhorar a qualidade dos serviços direcionados a estas pessoas, cujas vozes merecem continuar a ser ouvidas e ainda melhor compreendidas em estudos posteriores.

Biografia do Autor

Carolina Franco de Souza Toneloto, Fundação de Ensino Superior de Bragança Paulista (FESB)

Doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); professora no curso de graduação em Pedagogia da Fundação de Ensino Superior de Bragança Paulista (FESB).

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Publicado

2022-12-09

Como Citar

FRANCO DE SOUZA TONELOTO, C. Vivendo com a Doença de Gaucher tipo 1: Narrativas do adoecimento com uma doença rara, crônica e “invisível”. Cadernos de Ensino e Pesquisa em Saúde, v. 2, n. 02, p. 09-30, 9 dez. 2022.